quinta-feira, 9 de junho de 2011

Brasileiras são cobaias em tratamento com células-tronco...




Definição... Célula-tronco...


Célula-tronco






Também conhecidas como células-mãe, as células-tronco são células que possuem a melhor capacidade de se dividir dando origem a células semelhantes às progenitoras.
As células-tronco embriões têm ainda a capacidade de se transformar, num processo também conhecido por diferenciação celular, em outros tecidos do corpo, como ossos, nervos, músculos e sangue. Devido a essa característica, as células-tronco são importantes, principalmente na aplicação terapêutica, sendo potencialmente úteis em terapias de combate a doenças cardiovasculares, neurodegenerativas, diabetes tipo-1, acidentes vasculares cerebrais, doenças hematológicas, traumas na medula espinhal e nefropatias.
O principal objetivo das pesquisas com células-tronco é usá-las para recuperar tecidos danificados por essas doenças e traumas. No Zoológico de Brasília (BR), uma fêmea de lobo-guará, vítima de atropelamento, recebeu tratamento com células-tronco .  Este foi o primeiro registro do uso de células-tronco para curar lesões num animal selvagem.
São encontradas em células embrionárias e em vários locais do corpo, como no cordão umbilical, na medula óssea, no sangue, no fígado, na placenta e no líquido amniótico. Nesse último local, conforme descoberta de pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade de Wake Forest, no estado norte-americano da Carolina do Norte, noticiada pela imprensa mundial nos primeiros dias de 2007.











Questão do Nome... --> CÉLULA-TRONCO







O adjetivo estaminal refere-se aos estames e provém da palavra latina 'staminale-', adjectivo relacionado com o substantivo latino ‘stamine’, do qual deriva a palavra portuguesa estame, que significa: fio de tecer e, em botânica, folha floral fértil que produz os grânulos do pólen, e filete que sustenta a antera onde se encontram os grânulos de pólen.
O vocábulo inglês correspondente é "stam".  Nada disto tem a ver com o significado atribuído ao conceito que é internacionalmente conhecido como stem cells.O vocábulo inglês "stem" provém da palavra germânica "stamn", que significa caule e estrutura de planta. Em linguística, "stem" significa raiz.
Como os estames possuem os grânulos do pólen, alguns cientistas pensaram que a palavra estaminal poderia ser adequada para a tradução do adjectivo relacionado com a palavra "stem" no contexto "stem cell".
Para fazer justiça ao significado biológico destas células, tendo em conta a ampla divulgação que têm nos órgãos de comunicação social, a tradução literal para células-tronco, comum no Brasil, também traz problemas de inteligibilidade pois relaciona-se com uma imagem abstracta do processo de diferenciação e especialização celulares, que "entronca" em células pluripotentes e se ramifica em células progressivamente unipotentes. O mesmo problema de inteligibilidade põe-se com o termo células-mãe, que, para além disso, é confuso.
Para esta questão ser ultrapassada, o mais adequado será traduzir stem cell por célula indiferenciada ou célula básica. Outras hipóteses serão os termos células germinais ou células geradoras´´.


quarta-feira, 8 de junho de 2011

CLASSIFICAÇÃO DAS CÉLULAS-TRONCO

As células-tronco podem se classificar de acordo com o tipo de células que podem gerar:



  • Totipotentes: podem produzir todas as células embrionárias e extra embrionárias;

  • Pluripotentes: podem produzir todos os tipos celulares do embrião, menos placenta e anexos;


  • Oligopotentes: podem produzir células dentro de uma única linhagem;

  • Unipotentes: produzem somente um único tipo celular maduro.

Extração das células-tronco


Há três possibilidades de extração das células-tronco. Podem ser adultas, Mesenquimais ou embrionárias:


  • Embrionárias – São encontradas no embrião humano e são classificadas como totipotentes ou pluripotentes, devido ao seu poder de diferenciação celular de outros tecidos. A utilização de células estaminais embrionárias para fins de investigação e tratamentos médicos varia de país para país, em que alguns a sua investigação e utilização é permitida, enquanto em outros países é ilegal. O STF autorizou as pesquisas no Brasil.

  • Adultas – São encontradas em diversos tecidos, como a medula óssea, sangue, fígado, cordão umbilical, placenta, e outros. Estudos recentes mostram que estas células-tronco têm uma limitação na sua capacidade de diferenciação, o que dá uma limitação de obtenção de tecidos a partir delas.

  • Mesenquimais – Células-tronco mesenquimais, uma população de células do estroma do tecido (parte que dá sustentação às células), têm a capacidade de se diferenciar em diversos tecidos. Por conta desta plasticidade, essas células têm sido utilizadas para reparar ou regenerar tecidos danificados como ósseo, cartilaginoso, hepático, cardíaco e neural. Além disso, essas células apresentam uma poderosa atividade imunosupressora, o que abre a possibilidade de sua aplicação clínica em doenças imuno-mediadas, como as auto-imunes e também nas rejeições aos transplantes. Em adultos, residem principalmente na medula óssea e no tecido adiposo.

TIPOS DE CÉLULAS-TRONCO

Existem diferentes tipos de células-tronco, mas a diferença básica está na existência de células-tronco embrionárias e células precursoras do organismo já desenvolvido, chamadas células-tronco adultas. Estas últimas recebem também a denominação pós-natal por alguns cientistas, por estarem presentes em recém-nascidos e no cordão umbilical.

Células-tronco embrionárias



Em 1998 a equipe do biólogo James Thomson, na Universidade de Wisconsin
 
(instituição que detém a maioria das patentes sobre linhagens de células-tronco humanas nos Estados Unidos) tornou o sonho biotecnológico um pouco mais real, quando conseguiu isolar as primeiras células-tronco de embriões humanos. No mesmo ano, também foram isoladas células embrionárias germinativas humanas, derivadas das células reprodutivas primordiais de fetos, pelo embriologista John Geahart, da Universidade Johns Hopkins (EUA). Como as ES, as EG também são pluripotentes, ou seja, podem gerar qualquer célula do organismo adulto. A disponibilidade de células ES e EG humanas abriu horizontes impensáveis para a medicina, mas também trouxe complexos problemas ético-religiosos.
As células-tronco embrionárias têm a capacidade de se transformar em praticamente qualquer célula do corpo, com exceção da placenta, e são encontradas somente nos embriões. É essa capacidade que permite que um embrião se transforme em um organismo pluricelular formado. Cerca de cinco dias após a fertilização, o embrião humano se torna um blastocisto - uma esfera com aproximadamente 100 células. As encontradas em sua camada externa vão formar a placenta e outros órgãos necessários ao desenvolvimento fetal do útero. Já as existentes em seu interior, células-tronco embrionárias, formam quase todos os tecidos do corpo. Apesar de estudadas desde o século 19, há apenas 20 anos pesquisadores conseguiram cultivar em laboratório células retiradas da massa celular interna de blastocistos de camundongos. Essas células conhecidas como ES podem se proliferar indefinidamente in vitro sem se diferenciar, mas também podem se diferenciar se forem modificadas as condições de cultivo. A grande conquista dos cientistas foi encontrar as condições adequadas para que as células ES proliferem e continuem indiferenciadas.
Outra característica especial dessas células é que, quando reintroduzidas em embriões de camundongo, dão origem a células de todos os tecidos de um animal adulto, mesmo as germinativas (óvulos e espermatozóides). Apenas uma célula ES, no entanto, não é capaz de gerar um embrião. Isso significa que tais células não são totipotentes, como o óvulo fertilizado. O fato das células ES reintroduzidas em embriões de camundongo gerarem tipos celulares integrantes de todos os tecidos do animal adulto revela que elas têm potencial para se diferenciar também in vitro em qualquer desses tipos, de uma célula da pele a um neurônio. Vários laboratórios já conseguiram a diferencição de células ES de camundongos, em cultura, em tipos tão distintos quanto as células hematopoiéticas (precursoras das células sangüíneas) e as do sistema nervoso (neurônios, por exemplo), entre outras. A capacidade de direcionar esse processo de diferenciação permitiria que, a partir de células-tronco embrionárias, fossem cultivados controladamente os mais diferentes tipos celulares, abrindo a possibilidade de construir tecidos e órgãos in vitro, na placa de cultura, tornando viável a chamada bioengenharia.
O potencial terapêutico das células-tronco não pode e nem deve ser desprezado. O não benefício da utilização das células-tronco sempre existe, mas é preciso distingui-lo do malefício. Este sim seria um problema. Os testes clínicos realizados no mundo até o momento tiveram como objetivo principal afastar a possibilidade de malefícios. Até por este motivo não se realizaram ainda testes clínicos com as células-tronco embrionárias, pois ainda não há segurança de que se injetadas em pacientes no seu estado indiferenciado elas não possam levar ao surgimento de tumores.
 















Células-tronco adultas


Em 1998, a equipe italiana liderada pela bióloga Giuliana Ferrari, do Instituto San Rafaelle-Tellethon, apresentou o primeiro relatório sobre as propriedades das células-tronco adultas. Os pesquisadores estabeleceram que células-tronco de medula óssea podem dar origem a células musculares esqueléticas e podem migrar da medula para regiões lesadas no músculo. Estudos recentes constataram que além da pele, do intestino e da medula óssea, outros tecidos e órgãos humanos - fígado, pâncreas, músculos esqueléticos (associados ao sistema locomotor), tecido adiposo e sistema nervoso - têm um estoque de células-tronco e uma capacidade limitada de regeneração após lesões.
Mais recente ainda é a idéia de que essas células-tronco adultas são não apenas multipotentes (capazes de gerar os tipos celulares que compõem o tecido ou órgão específico onde estão situadas), mas também pluripotentes (podem gerar células de outros órgãos e tecidos). A pluripontecialidade foi demonstrada pela equipe de cientistas liderados pelos neurobiólogos Christopher Bjornson, da Universidade de Washington, Seattle, USA e Angelo Vescovi, do Instituto Nacional Neurológico de Milão, Itália, em janeiro de 1999. Os pesquisadores demonstraram que uma célula-tronco adulta derivada de um tecido altamente diferenciado e com limitada capacidade de proliferação pode seguir um programa de diferenciação totalmente diverso se colocada em um ambiente adequado. Também deixou claro que o potencial de diferenciação das células-tronco adultas não é limitado por sua origem embriológica: células neurais têm origem no ectoderma e células sangüíneas vêm do mesoderma embrionário. Essa pluripotencialidade das células-tronco adultas elimina não só as questões ético-religiosas, envolvidas no emprego das células-tronco embrionárias, mas também os problemas de rejeição imunológica, já que células-tronco do próprio paciente adulto podem ser usadas para regenerar seus tecidos ou órgãos lesados. Infelizmente, a pluripotencialidade das células-tronco adultas tem sido contestada por estudos desenvolvidos em diversos laboratórios, tornando ainda mais necessário que os cientistas possam investigar o uso de células-tronco embrionárias humanas nas terapias celulares, comparando-as com as células-tronco adultas.
Gostaria de enfatizar que as células-tronco autólogas (do próprio indivíduo) de qualquer fonte não curam as doenças, pois não corrigem as causas da doença seja ela infecciosa, ambiental ou genética. Elas permitem que se regenere os orgãos afetados, mas se a causa da doença não for removida, o orgão será novamente lesado. Sendo assim, é importante que se possa conjugar as terapias celulares com a gênica, por exemplo, na cura de doenças de origem genética. Isto requer a manipulação genética das células-tronco do indivíduo para corrigir o defeito genético antes de injetá-las no paciente. Se a doença for de causa infecciosa ou ambiental é preciso que além da terapia celular se remova o agente infeccioso ou ambiental causador da doença.
Existe a possibilidade da utilização de células-tronco heterólogas (de indivíduos diferentes do receptor) mas ainda há muita discussão a respeito de problemas de rejeição imunológica com estas células. Aqui novamente há ainda necessidade de muita pesquisa.

terça-feira, 7 de junho de 2011

A Batalha da Ciência x Religião --> (Células-tronco)













Um dos assuntos mais discutidos nesse início de século é a pesquisa com células-tronco, um ato que enche de esperança incontáveis pessoas que sofrem de diversos males, tratada como um tesouro pela ciência, mas que ainda provoca a desconfiança da Igreja.
Células-tronco são de uma forma simplificada, aquelas que dão origem a outros tipos de células. São usadas para recuperar órgãos e tecidos que foram danificados por alguma doença ou trauma. Dentre os quais podemos destacar Mal de Parkinson, Alzheimer, traumatismo da medula espinhal, queimaduras, doenças do coração, diabetes.
Tais células podem ser retiradas de duas formas, adultas ou embrionárias, esta última a causa da discórdia entre Igreja e Ciência. As adultas podem ser retiradas do sangue, do fígado, da medula óssea, da placenta, cordão umbilical entre outros. Mas as embrionárias são retiradas do embrião humano e são consideradas pluripotentes, ou seja, podem produzir todos os tipos de célula do embrião.

A Igreja Católica, principal instituição contra esse tipo de pesquisa, juntamente com outros seguimentos religiosos, condena a pesquisa com células embrionárias por considerar o embrião um ser humano desde a fecundação, sendo assim fere a ética católica, da mesma forma que condena o aborto, pois destrói o embrião.
Diversas correntes científicas e até religiosas consideram que a vida surge num momento posterior a da gestação. Uma vez que a morte é considerada quando o cérebro para de funcionar, a vida deve-se ao início das atividades cerebrais no ser humano.
A partir do momento da fecundação, que ocorre nas trompas, as células passam a se multiplicar, sem nenhuma diferenciação ou “especialização”. Nesse período de multiplicação celular, o embrião se desloca ao útero (nidação) para fixar-se e a partir daí se desenvolver. Neste período de deslocamento, que dura cerca de 4 até 15 dias é que podem ser retiradas as células (tronco) – as pesquisas são realizadas por fertilização in vitro. Após a fixação no útero, o embrião desenvolve o tubo neural, que é a estrutura que dará origem ao cérebro e à medula espinhal.
Apesar de todos os protestos da Igreja Católica, em diversos países a pesquisa com células-tronco é permitida, inclusive no Brasil, mas com ressalvas, só são permitidas para fins de pesquisa e terapia desde que sejam embriões inviáveis ou congelados a mais de 3 anos e com o consentimento dos pais.
Como dito anteriormente, incontáveis pessoas têm esperança com essas pesquisas, e aguardam um final com benefícios para a humanidade como outros casos entre ética, fé e Ciência tiveram “rixas”, como exemplo, os transplantes de órgãos não eram bem vistos pela sociedade e até hoje não são aceitos por algumas religiões, a fertilização artificial também é outro caso que sempre gerou polêmica, pois alguns segmentos defendem uma concepção natural, já que os embriões são “escolhidos”.


PESQUISA COM CÉLULAS-TRONCO

Pesquisa






































A equipe do Centro de Estudos do Genoma Humano (CEGH) do Instituto de Biociências (IB) da USP, liderada por Maria Rita-Passos Bueno e Mayana Zatz, está testando diferentes fontes de células-tronco retiradas do próprio organismo capazes de acelerar a reconstrução de ossos. A técnica pretende aumentar a eficiência no tratamento de doenças de difícil regeneração, como a osteosporose, que causa a perda da massa óssea e, com isso, aumenta a fragilidade dos ossos e o risco de fraturas.

De acordo com a pesquisadora Mayana Zatz, "o intuito da pesquisa é utilizar células tronco para acelerar a reconstrução de ossos que sofreram alguma fratura ou má-formação, como ocorre com bebês que nascem com alterações craniofaciais", afirma.

O estudo intitulado Perspectiva de um futuro tratamento para osteoporose ou outras doenças ósseas com base em células tronco foi desenvolvido pelas pesquisadoras do Centro do Genoma da USP Tatiana Jazedje da Costa Silva e Daniela Franco Bueno, e recebeu o Prêmio Saúde, da Editora Abril, na categoria Saúde da Mulher, em 2010.

Variedade de Células-tronco
Durante o desenvolvimento do estudo foram colhidas amostras de células-tronco provenientes de diversos tecidos humanos. Num primeiro momento, foram coletadas células-tronco de tecidos extraídos do organismo, como polpa de dente de leite, tecido adiposo - descartado em cirurgias, principalmente em procedimentos de lipoaspiração - e tecido muscular do lábio - descartado em cirurgias corretivas.

Posteriormente, a equipe do CEGH testou o potencial de células-tronco das trompas de falópio - canais que ligam os ovários ao útero - e comprovou a alta concentração deste tipo de célula no órgão feminino. "A vantagem desta descoberta é que como a osteosporose atinge majoritariamente as mulheres idosas, devido às perdas hormonais da menopausa, pode-se agora regenerar osso fraturado com os próprios recursos físicos do paciente", relata Mayana.

Procedimento
Após retirar as células-tronco do organismo e mensurar seu potencial em regenerar osso, são realizados testes em laboratório (in vitro) para determinar se estas células podem ou não formar tecido ósseo.

Após isso, para comprovar a eficiência do método, comparou-se a evolução na reconstrução óssea de dois grupos distintos de ratos, um com o implante de células-tronco e outro, sem implantes, em condições normais. Por meio deste teste in vivo, constatou-se que os ratos que possuíam a membrana com células-tronco tiveram uma regeneração muito mais acelerada do osso fraturado, do que os ratos que não possuíam as células-tronco.

Nos experimentos, além das células-tronco, também foram utilizados moldes que servem como suporte para que as células-tronco se fixem antes de serem aplicadas nos modelos animais e que auxiliam no processo de ossificação. O próximo passo é submeter à aprovação dos órgãos de regulamentação, como o Conselho Nacional de ética em pesquisas (CONEP), para poder iniciar os teste em seres humanos


Como os Cientitas Querem usar as Células-tronco?

domingo, 5 de junho de 2011

Tratamento com Células-tronco




As células-tronco podem curar muitas doenças, como por exemplo, as doenças oncológicas, medulares, distúrbios do sangue, imunodeficiências, alterações do metabolismo e outras doenças degenerativas. Veja a lista completa das doenças que podem ser tratadas com as células-tronco:


1. Doenças mais comuns:
  • Obesidade, Osteoporose, Doenças cardíacas, do Fígado, Alzheimer,
  • Parkinson, Artrite reumatóide, Diabetes, Displasia do timo,
  • Traumatismo craniano, Anorexia cerebral,
2. Doenças oncológicas:
  • Leucemia linfoblástica aguda, Leucemia mielóide aguda,
  • Leucemia mielóide crônica, Tumores sólidos,
  • Doença de Hodgkin refratária, Anemia refratária, Mielofibrose,
  • Mastocitose sistêmica, Síndrome linfoproliferativo autoimune,
  • Histocitose familiar, Histiocitose das células de Langerhans,
  • Linfohistocitose hemofagocítica, Granulomatose linfomatosa,
  • Síndrome infantil monossomia do cromossoma 7.
3. Deficiências Medulares:
  • Anemias: Plástica, de Fanconi, Diseritropoiética congênita, de Blackfan-Diamond, Sideroblástica congênita e Hipolinfoproliferativa,
  • Aplasia eritróide pura, Neutropenia cíclica e autoimune,
  • Síndrome de Evans, Hemoglobinúria paroxística noturna,
  • Doença de Glanzmann, Trombocitopenia amegacariótica,
  • Trombocitopenia sem rádio e neonatal severa, Dermatomiosite juvenil,
  • Xantogranuloma juvenil, Pancitopenia, Síndrome de Kostmanns,
  • Síndrome de Shwachman-Diamond.
4. Hemoglobinopatias:
  • Beta talassemia maior e intermédia, Alfa talassemia maior e intermédia,
  • Alfa talassemia maior e Anemia falciforme.
5. Imunodeficiências:
  • Imunodeficiência combinada severa, Síndrome de ataxia-telangiectasia,
  • Síndrome de diGeorge, Síndrome de Wiskott Aldrish,
  • Agamaglobulina ligada ao cromossomo X,
  • Doença granulomatosa crônica, Deficiência IKK gama, Hipogamaglobulemia,
  • Síndrome linfoproliferativo ligado ao cromossomo X,
6. Doenças Metabólicas:
  • Adrenoleucodistrofia, Doença e Síndrome de Gunther, Doença de Glaucher,
  • Síndrome de Huller, Síndrome de Huller-Scheie, Síndrome de maroteaux-lamy,
  • Síndrome de sanfilippo, Síndrome de Hermansky-Pudlack,
  • Mucolipidose tipo II e III, Alfa manitose, Síndrome de Neimann Pick,
  • Síndrome de Sandhoff, Doença de Tay Sachs, Doença de Krabbe,
  • Leucodistrofia metacromática,  Fucosidose, GM1 gangliosidade,
  • Doença de Wolman.


Com o avanço das pesquisas científicas esse número tende a aumentar






Estudo e Utilização na Clonagem

Segue-se uma lista das leis em vigor sobre a clonagem de células tronco em alguns países.


  • África do Sul - permite todas as pesquisas com embriões, inclusive a clonagem terapêutica. É o único país africano com legislação a respeito.
  • Alemanha - permite a pesquisa com linhagens de células-tronco existentes e sua importação, mas proíbe a destruição de embriões.
  • Brasil - permite a utilização de células-tronco produzidas a partir de embriões humanos para fins de pesquisa e terapia, desde que sejam embriões inviáveis ou estejam congelados há mais de três anos. Em todos os casos, é necessário o consentimento dos pais. A comercialização do material biológico é crime. Em 29 de maio de 2008 o Supremo Tribunal Federal confirmou que a lei em questão é constitucional, ratificando assim o posicionamento normativo dessa nação.
  • China - permite todas as pesquisas com embriões, inclusive a clonagem terapêutica.
  • Cingapura - permite todas as pesquisas com embriões, inclusive a clonagem terapêutica.
  • Coréia do Sul - permite todas as pesquisas com embriões, inclusive a clonagem terapêutica.
  • Estados Unidos - proíbe a aplicação de verbas do governo federal a qualquer pesquisa envolvendo embriões humanos (a exceção é feita para 19 linhagens de células-tronco derivadas antes da aprovação da lei norte-americana). Mas estados como a Califórnia permitem e patrocinam esse tipo de pesquisa (inclusive a clonagem terapêutica).
  • França - não tem legislação específica, mas permite a pesquisa com linhagens existentes de células-tronco embrionárias e com embriões de descarte.
  • Índia - proíbe a clonagem terapêutica, mas permite as outras pesquisas.
  • Israel - permite todas as pesquisas com embriões, inclusive a clonagem terapêutica.
  • Itália - proíbe totalmente qualquer tipo de pesquisa com células-tronco embrionárias humanas e sua importação.
  • Japão - permite todas as pesquisas com embriões, inclusive a clonagem terapêutica.
  • Reino Unido - tem uma das legislações mais liberais do mundo e permite a clonagem terapêutica.
  • Rússia - permite todas as pesquisas com embriões, inclusive a clonagem terapêutica.
  • Turquia - permite pesquisas e uso de embriões de descarte, porem proíbe a clonagem terapêutica das células tronco.